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Centro de Artes Orientais www.cao.pt


O que é? / Quem Fundou? / O que Tem Feito? / Actualmente? / E no Futuro? / Palavras-chave / Valores do CAOPublicações e Edições Recomendadas / Breve Historial do CAO / Principais Projectos em Curso / Corpos Gerentes do CAO

What's CAO ? / Main Words /Main Values / Recommended Editions and Publications

O que é o CAO ?

O CAO é uma instituição cultural sem fins lucrativos destinada à prática e divulgação das Artes Orientais em Portugal, nas suas múltiplas vertentes.

O CAO Centro de Artes Orientais, procura ser, como o próprio nome indica, um centro. Um centro no qual convergem todas as actividades culturais, ligadas à Cultura Tradicional Oriental, ou não (aqui o oriental é uma questão relativa, só a título de exemplo, não esqueçamos que face ao continente americano a Europa encontra-se a oriente daquele). A filosofia do CAO não é conter em si todos os organismos, mas antes servir de elo de ligação entre eles. Não procura ser a “sede” das associações de Budo (Artes Marciais Tradicionais), mas antes fazer a ligação entre estas, e entre estas e o público. Assim, se por exemplo alguém pretender informar-se acerca da prática de Aikido, dirige-se ao CAO e este encaminhará o interessado para as respectivas associações, ou se tiver que organizar um evento que inclua uma demonstração de arranjos florais, comunica com o CAO e este indicar-lhe-á as organizações correspondentes.

O universo de actuação e interesse do CAO é muito vasto; não se refere só à cultura Budo, mas alarga-se por várias outras manifestações culturais, como, a título de exemplo, a aprendizagem da Língua Japonesa, o Origami (arte das dobragens de papel), o Ikebana (a arte dos arranjos florais), o Yoga, exposições de pintura e fotografia, etc.

É política do CAO a participação e organização de eventos que procurem promover a cultura e a divulguem junto do público (geral e específico).

  Para além disso o CAO promove o lançamento de vários artigos, como revistas, livros, dicionário de japonês, bem como mantém uma página na Internet com divulgação actualizada sobre estes assuntos e que inclui links para revistas on-line, também da autoria do CAO, e links para outras páginas externas, e que se relacionam com esta temática. De salientar a área denominada de Oficina Aberta, na qual qualquer interessado pode promover a sua produção artística ou artesanal. É uma espécie de mostra on-line de produtos de arte e artesanato.

  Por último é de salientar que a sede  do CAO se situa numa pequena quinta onde se pratica agricultura biológica.

  O CAO é acima de tudo um projecto para o futuro, e que cada vez mais, procurará crescer de forma a desempenhar bem o seu papel, que é o da promoção cultural.

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What's CAO ?

CAO is a cultural, non-profit institution, whose goal is to practice and spread the Oriental Arts in Portugal, embracing it's various aspects. It was founded on the 6th of April 1995, by a group of Martial Artists of Almada linked with Associação Shotokai de Portugal.

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Quem Fundou o CAO ?

O CAO foi fundado em 6 de Abril de 1995, por um grupo de Artistas Marciais de Almada ligados à Associação Shotokai de Portugal

O CAO foi fundado por um grupo de pessoas ligadas à prática das Artes Marciais, mais especificamente, à prática do Karate-Do Shotokai e que tinham uma perspectiva tradicional destas artes: as Artes Marciais, e particularmente o Karate, não seriam um mero hobby, muito mais do que isso, uma forma de vida, uma filosofia de viver. Daí a ênfase na formação do indivíduo e sua integração psicossomática e espiritual, deixando de lado o chamado Karate desportivo, cuja tónica incidia apenas na competição. Esta abordagem do universo das Artes Marciais implica o entendimento deste fenómeno como um todo cultural que vai muito para além de meras disciplinas de movimentos de defesa e ataque. E é precisamente o pretender explorar e aprofundar este carácter cultural, bem como divulgá-lo, que levou esse grupo a criar um organismo que tivesse por fim alcançar estes mesmos objectivos.

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O que Tem Feito?

No seu curto período de existência o CAO (que ainda não atingiu os dez anos de existência, daí ser uma instituição muito jovem) já participou em, e organizou, vários eventos de diversa ordem, nomeadamente, nas mostras de Artes Marciais Japonesas organizadas pela Associação de Amizade Portugal - Japão, em vários encontros ligados ao ensino da Língua Japonesa promovidos pela Embaixada do Japão. Ainda com o apoio desta embaixada, promoveu mostras fotográficas relacionadas com a cultura japonesa, organizou igualmente mostras culturais com o patrocínio e apoio da Fundação Oriente bem como jornadas de divulgação cultural, nas quais foram debatidas temáticas relacionadas com a cultura Budo. Nos últimos anos o CAO, em colaboração com a Câmara Municipal de Almada, tem vindo a organizar a Gala das Artes Marciais incluída nos Jogos Desportivos deste município

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E actualmente?

Actualmente o CAO continua a reforçar o seu papel de centro aglutinador e ao mesmo tempo procura alargar o seu âmbito de actuação, participando cada vez mais em eventos, e estendendo "pontes" para um maior número de associações, organizações e instituições (públicas e privadas).

O CAO também está presente na fundação de outros organismos, como é o caso da APAEBUDO, Associação Portuguesa de Agentes de Ensino de Budo, associação que procura reunir todas as pessoas que estão ligadas ao ensino do Budo, e que visa principalmente a formação destas, bem como a defesa dos seus interesses e dos princípios e valores tradicionais do Budo.

Também se trabalha no sentido de desenvolver e alargar o leque de campos de actuação. Assim, iniciou-se o trabalho editorial com o lançamento da revista "Mon", revista de Artes Marciais Japonesas Tradicionais. Outro campo que cada vez mais se desenvolve é o da informação via Internet, com a criação deste site , o qual contém em si toda a informação actualizada em relação às actividades bem como diversas revistas on-line e ligações a outros sites de interesse. (É de salientar a Oficina Aberta, mostra de artesanato e obras de arte, online).

Publicações e

Edições Recomendadas

 

No respeitante à divulgação e ensino da Língua Japonesa no nosso país, o CAO foi reconhecido pelo Instituto Nacional para a Pesquisa da Política Educacional, organismo oficial do governo do Japão, como entidade promotora do ensino da Língua Japonesa em Portugal.Disciplinas / Disciplines

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E no Futuro?

No futuro o CAO irá aprofundar todas as áreas e projectos em que se encontra envolvido e continuará a alargar o seu campo de actuação e a sua ligação a outras entidades. Outros projectos encontram-se já na forja, tais como o da futura editora, que funcionará autonomamente, sem perder, contudo, a ligação às origens. A "Budostore", uma loja/armazém de artigos ligados à cultura Budo, é outro dos projectos previstos.

A presença do CAO quer em termos de participação quer em termos de organização nos diversos eventos culturais será, cada vez mais imprescindível, sendo que a Internet terá sempre um papel importante na veiculação da informação a eles, e não só, respeitante.

Sabemos que muito trabalho vem pela frente, mas sabemos igualmente que temos força de vontade e que conseguiremos atingir os nossos objectivos.

Até lá...

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Palavras que caracterizam os propósitos do CAO

Words that characterize the aims of CAO

OFICINA
Encontro
Tradição/Tradicional
Dinâmico
Familiar

 EMBRIÃO
Origem
Essencial
Círculo aberto de retorno

CONVERGÊNCIA

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WORKSHOP
Meeting
Tradition/Traditional
Dynamic
Familiar

EMBRYO
Origin
Essential
Open Circle of return

CONVERGENCE

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Valores a respeitar pelo CAO

Values to respect by CAO

 

 Humildade
Harmonia
Dedicação
Responsabilidade
Criatividade
Honestidade

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 Humility
Harmony
Dedication
Responsability
Criativity
Honesty

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Breve Historial do CAO

O Centro de Artes Orientais (CAO) nasceu em 1995, com a intenção de abrir novas perspectivas para os praticantes de Karate-do Shotokai da Escola Murakami de Almada.

O grupo Murakami nascera duas décadas antes, nessa cidade, mais precisamente em 1973 no Judo Clube de Almada e, pouco depois, autonomizava-se passando para a Rua da Cerca, em Almada Velha, junto ao Palácio da Cerca.

Já nessa altura havia surgido esporadicamente a intenção de ter outras Artes a praticar no local, mas a rivalidade entre os vários estilos de artes marciais era tão acentuada na altura que não era fácil praticar várias Artes Marciais num mesmo centro.

Quando os praticantes da Rua da Cerca decidiram abraçar o método do Mestre Hiruma a Escola Murakami de Almada passou para o Clube Recreativo Piedense (CRP). Nessa altura ela era apenas constituída por dois alunos: · José Patrão, um jovem cinto negro e · Jorge Costa, um ainda mais jovem cinto branco

Para além da intuição comum de que o caminho certo seria seguir o Mestre Murakami, apesar da opinião da maioria, outro factor os unia - uma perspectiva eclética (alargada e abrangente) das Artes Marciais.

Ambos liam tudo o que apanhavam à mão sobre o tema "Arte e Cultura Orientais" tomando como eixo central o chamado Budo, ou Artes Marciais; nessa altura, porém, essa literatura não era tão abundante como hoje.

Com o tempo, praticantes da "Rua da Cerca", como o Firmino Ascensão e o Alfredo Chambel, que tinham ficado algo hesitantes com a atitude de abandono do caminho do Mestre Murakami, decidiam retomar o percurso anterior. Outros praticantes que estavam afastados da escola por motivos de estudo ou profissionais, como o Francisco Carvalho, regressaram a Almada e decidiram continuar com a linha do Mestre Murakami.

Em breve a Escola Murakami de Almada começou a assumir um carácter de pólo de convergência de pessoas com uma "certa perspectiva" do Karate-do e das Artes Marciais - uma perspectiva simultaneamente tradicionalista - recusando a competição desportiva para abraçar os preceitos éticos e formais do Budo - mas inovadora, ao procurar complementar a prática do Karate-do Shotokai, com a investigação teórica (livros, revistas, discussões, etc.) e prática (aulas de Yoga, Aikido, Kung Fu, etc.).

Com o tempo o número de praticantes começou a aumentar, chegando ao Dojo nomes como Paulo Bandurra, Henrique Tavares, Nuno Santos, António Gonçalves, Henrique Brito, Vanda Pedroso, Pedro Ramalho, Pedro Cerqueira e muitos outros.

Uma vez que a ideia inicial da escola - essa estranha mistura de tradição e inovação - perpassava todo o grupo, houve necessidade de institucionalizar.

Três marcos determinantes se podem apontar nesse processo de afirmação de uma certa corrente de opinião que, anos mais tarde, haveria de dar origem ao CAO: · O primeiro foi, em 1987, a peça teatral inspirada nas Artes Marciais Orientais, apresentada pela Escola de Almada a toda a Associação Shotokai de Portugal; · O segundo foi a realização das primeiras "Jornadas da Primavera"; · O terceiro foi a criação de uma classe autónoma de Karate Infantil.

Qualquer uma dessas iniciativas, que haveria de chocar os espíritos mais conservadores dentro da ASP, tinha já a marca indelével do futuro Centro de Artes Orientais - Oficina e Embrião.

A peça teatral constituiu-se como Oficina de mentalidades. Com ela a ASP descobriu a irreverência e a criatividade. As Jornadas foram o Embrião de um processo de abertura ao exterior da perspectiva Tradicional das Artes Marciais, em confronto com a corrente prevalecente que, ontem como hoje, tentava torná-las mais um ramo da instituição desportiva. Finalmente, a classe de Karate Infantil veio trazer ao CRP, primeiro como observadoras, depois como praticantes, pessoas como a Rosa Brites e a Xana, cujo percurso começara igualmente na Rua da Cerca.

Como se vê, o processo de criação em 1995 do Centro de Artes Orientais, não foi um acto isolado mas sim o resultado de um processo de reflexão/acção que começara 20 anos antes na Rua da Cerca.

Mas o que se passou com o CAO desde a sua criação?

A partir de 1995 o CAO gerou-se a partir de um projecto inicial: a criação de um espaço físico para a sua Sede.

Três factos concorreram para isso:

  • Ter-se tornado insuportável por mais tempo a utilização do pavilhão central do CRP, visto que o Futebol de Salão queria a todo o custo monopolizar esse espaço, 
  • A experiência de projectos e obras do José Patrão, que entretanto integrara a Direcção do Clube,
  • O patrocínio da Câmara Municipal de Almada e o apoio da Fundação Oriente

O Carlos Mendes, com a sua experiência no domínio estatutário e administrativo, deu um contributo fundamental para a formalização legal do CAO tratando, num tempo recorde, do registo do nome, da criação dos estatutos e da realização da escritura.

Derrubou-se então, no pavilhão do CRP, uma bancada de anfiteatro que nunca servira para nada e construiu-se um dojo bastante amplo. Completando então uma etapa há muito planeada o Jorge Costa passou a leccionar no CAO e o José Patrão pôde, finalmente, passar do CRP para o Dojo Murakami da Caparica, que construíra com a ajuda do pai e de muitos alunos, ao longo de 15 anos.

Finalmente com um espaço físico próprio, o CAO arrancou com um conjunto de actividades para além do Karate-do, dentre as quais se destaca: Yoga, Tai Chi Chuan, Shiatsu, Ikebana, Origami, Curso de Língua Japonesa, exposições de carácter cultural (como pintura, fotografia, lanternas chinesas), caminhadas ao ar-livre e explorações de natureza, debates e palestras, etc.

Mas de todas as actividades do CAO no período 1995-2000, uma houve porém que o tornou mais mediático e conhecido - a página Web.

O CAO foi, neste período o resultado do esforço de um conjunto muito grande de pessoas, mas é justo que se diga que a liderança nesse período cabe especialmente, para além dos já citados a duas pessoas: o Nuno Figueiras Santos e o Miguel Castro Caldas.

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Principais Projectos em Curso no CAO

 

Mas o que é hoje, agora, o CAO?

Num processo de desenvolvimento natural o CAO acabou por se destacar do espaço físico do CRP, em parte porque esta colectividade vinha manifestando uma hostilidade crescente perante o carácter cultural do CAO - "os doidos do 1º andar" - em benefício do omnipresente Futebol de Salão.

A pouco e pouco o Centro físico e as actividades começaram a deslocar-se para o Dojo Murakami da Caparica.

Esse processo originou algum abrandamento nas actividades culturais: · em parte porque o carácter mais reservado, menos público, do Dojo assim obrigava, em parte porque a saída do CAO do centro da cidade para a periferia o tornou menos acessível.

Mas a força da ideia inicial do CAO era grande e assim chegámos à realidade do dia de hoje da qual passaria a destacar os factos mais visíveis:

Cinco Dojo's principais funcionam neste momento na esfera de influência do CAO:

  • No Dojo Murakami da Caparica: funcionam duas disciplinas com carácter permanente: Karate-do (classe básica e classe avançada, tendo o José Patrão e o Nuno Figueiras respectivamente como professores) e Kendo (tendo como professor o Jorge Costa); realizam-se, com carácter esporádico, cursos de Reiki (tendo como professora a Sra. Luísa Peres) coordenados pelo João Geada; existe um grupo de trabalho liderado pelo João Geada, com a colaboração da Sandra Coelho, do José Morgado e do Pedro Nobre que se ocupa da manutenção e renovação (física) do Dojo Murakami e respectiva envolvente, através de projectos de Feng Shui como o Jardim Zen, o Aquário, ou a criação de estantes e locais de arrumação;

  • No Dojo do Clube Recreativo Piedense funcionam duas disciplinas com carácter permanente: Karate-do classe infantil (orientada pela Alexandra Silva) e classe de adultos orientada pelo José Patrão); 

  • Na Escola Murakami do Feijó (neste momento a funcionar no Dojo Sede da ASP) funcionam com carácter permanente duas classes de Karate-do (classe infantil e classe básica orientadas respectivamente pela Rosa Brites e pela Alexandra Silva);

  • No Dojo Sede da ASP funciona uma classe de Karate-do orientado pelo Pedro Gueifão e uma classe de Yoga orientada pelo professor Carlos Carvalho.

  • A Escola Murakami de Mafra funciona desde há muitos anos orientada pelo Henrique Brito.

  • Finalmente, funciona ainda no CAO com carácter permanente (no Dojo Sede da ASP), um Curso Básico de Japonês, que foi ministrado durante 10 anos pelo saudoso Professor Michiomi Hakamada e que agora é ministrado pelo Professor Shinji Iwaoka;

  • Além disso, em estabelecimentos de ensino vários (Centros Paroquiais, Escolas Primárias e Infantários), funcionam ainda mais 5 escolas de Karate Infantil orientadas pela Alexandra Silva e por outros alunos seus assistentes, como é o caso da Isabel Ferreira.

O José Morgado continua profundamente empenhado em realizar, de forma paciente e eficaz, a contabilidade analítica do CAO;

O Carlos Mendes está sempre atento e empenhado, aos aspectos de funcionamento estatutário e administrativo;

O Nuno Figueiras trata das estatísticas dos praticantes e da organização de eventos como as Jornadas, as Actividades de Ar-livre, uma página Internet mais viva e interactiva, a criação de uma biblioteca / mediateca, etc.

O Carlos Vaz Vignolo tem  transmitido a sua experiência na área da gestão para a definição de propósitos, alinhamento de visão e clarificação de objectivos, para valorização da maior riqueza de qualquer organização - as pessoas;

O Jorge Costa interessado em promover, se possível ainda melhor a imagem do CAO num público-alvo bem determinado, através de projectos de técnicas de marketing e merchandising;

O Miguel Caldas esteve envolvido num projecto editorial que começou com a criação de um dicionário de expressões correntes japonês-inglês, mas que se alargou para a publicação da Revista Mon, edição de livros (como o livro europeu sobre a Vida e Obra do Mestre Murakami) cassetes e CD-ROM's; recentemente (2009) o CAO fez um acordo com a NCreatures que lhe permite continuar a publicar Online a Revista Mon como número especial da Revista Waribashi.

O José Patrão assegura desde 1998 a publicação contínua da Revista Surya Online com números publicados em cada trimestre;

Outras pessoas mais interessadas em contactos de carácter mais institucional, como o Luís Quilhó e o António Gnçalves, esforçam-se no sentido de obter promoções e patrocínios;

Pessoas como a Sandra Coelho ocupam-se da investigação no domínio das artes clássicas orientais como o teatro clássico japonês (Kabuki, o No) e as artes decorativas, com destaque para os jardins Zen;

Há ainda pessoas como o Pedro Nobre e o José Morgado interessadas em praticar e promover a divulgação da agricultura biológica nas terras anexas ao Dojo;

Finalmente o CAO vem congregando pessoas de outras artes como o Kendo, o Iaido, o Judo, o Aikido, o Kyudo, (com base na experiência do José Patrão no âmbito da Formação de instrutores e na capacidade burocrática do Carlos Mendes) e criou a Associação Portuguesa de Agentes de Ensino de Budo (APAE-BUDO), que permitirá prestar uma adequada formação aos Agentes de Ensino destas Artes no âmbito da legislação em vigor.

E mais e mais...

(última actualização Outubro de 2009)

José Patrão

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Corpos Gerentes do CAO 

Quinquénio 2005 -2010

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Presidente: José Patrão

1º Secretário: João Geada

2º Secretário: Rosa Brites

DIRECÇÃO

Presidente: Jorge Costa

1º Vogal: Nuno Figueiras Santos

2º Vogal: José Morgado

3º Vogal: Helena Santos

CONSELHO FISCAL

Presidente: Carlos Mendes

Relator: Francisco Carvalho

Secretário: Paulo Bandurra

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